quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Rio Maior - O Elvas CAD
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Boavista F.C. 2 - O Elvas CAD 0
Para este encontro a novidade na equipa "azul e ouro” a inclusão no 11 de Vasco Malhado, no lugar habitual de Glaedson.
Luis Roquete fez alinhar de princípio: Godinho; Gambóias (Eduardo 64m), Chinita, Rui Santos e Hernandez (Jaco 80m); Carranca, Carapinha, Lourinho e Vasco Malhado (Glaedson 52m); Mauro e Toni.
"O Elvas” realizou esta tarde uma exibição personalizada, com bastante disponibilidade física , apesar da viagem desgastante de Elvas até ao Porto, surpreendendo e suplantando até, durante algumas momentos do encontro a equipa do Boavista com outros argumentos que a equipa alentejana, podendo mesmo ter alcançado outro resultado já que dispôs de oportunidades para o fazer.
Mauro chegou a marcar, mas o fiscal de linha anulou o lance por deslocação do avançado elvense, Glaedson apontou um livre que deixou o guarda redes boavisteiro colado ao relvado e Eduardo teve uma soberba jogada individual que só não deu golo por acaso.
Jogadores, treinador e presidente da direcção, todos estiveram de acordo que a equipa deixou no relvado do Bessa uma belíssíma exibição que dignificou o nome de "O Elvas”
(in Rádio Elvas)

O Boavista derrotou esta tarde, no Bessa, “O Elvas” com dois golos sem resposta, seguindo, assim em frente, rumo à III Eliminatória da Taça de Portugal. Uma vitória inteiramente justa que apenas pecou por escassa, dado o elevadíssimo número de ocasiões flagrantes de golo que os axadrezados não conseguiram concretizar.
Neste regresso aos jogos oficiais após uma semana de paragem, Rui Bento manteve o 4-3-3, mas operou cinco alterações no “onze”, comparando com a deslocação à Póvoa: entraram Zâmbia, Ivan Santos e os agora disponíveis Renato Santos, Márcio Tarrafa e Fuska. Assim sendo, Sérgio Leite preservou a titularidade, o mesmo sucedendo com Gilberto, no lado esquerdo da defesa, e Jorge Silva, no eixo, formando, desta vez, dupla com o estreante Renato, enquanto que, na direita, surgia Zâmbia. No meio-campo, Pedro Moreira recuou para o “vértice” mais recuado do “triângulo” (estando encarregue de “varrer” o espaço entre o meio-campo e a defesa), Rui Lima descaía para a esquerda (mas com mais preocupações defensivas) e Márcio Tarrafa para a direita, embora com maior liberdade para pegar no jogo e apoiar o ataque. Na frente, Ivan Santos na direita, Sidnei na esquerda e Fuska, uma adaptação, a fazer o papel de ponta-de-lança. Este 4-3-3 desdobrava-se, porém, em algumas acções ofensivas, num 4-1-3-2, com Rui Lima na esquerda e Sidnei como segundo ponta-de-lança.
O Boavista entrou bem no encontro, a assumir as despesas do mesmo, conseguindo, desta forma, cerca de 20 minutos de domínio e criando algumas boas oportunidades (a mais flagrante aos 18 minutos, num cruzamento-remate de Sidnei que a defesa d’O Elvas interceptou com muita dificuldade). O jogo pelas alas era uma constante, com boas combinações entre os laterais, os extremos (muito empreendedores) e o médio-interior de cada lado (Rui Lima e Márcio Tarrafa). O nulo no marcador, todavia, persistia em não se desfazer.
Nos minutos seguintes, a toada ofensiva axadrezada atenuou-se, com o encontro a tornar-se mais morno. A formação forasteira, perante a menor pressão boavisteira (principalmente ameio-campo, onde se concediam alguns espaços), tentavaexplorar o contra-ataque, mas, fora uma desmarcação pela esquerda de um dos seus atacantes que resultou num remate cruzado que, caso tivesse sido bem executado, poderia ter sidoperigoso, os dois centrais, Renato e Jorge Silva, cortavam, com relativa facilidade, todos os esboços de ataque da turma alentejana.
Contudo, na fase final da primeira parte, o Boavista estabilizou as marcações, ganhando maior organização em termostáctico-posicionais, o que lhe permitiu reassumir o comando do jogo. E, aos 43 minutos, aparece o tão merecido golo. Márcio Tarrafa vira bem o jogo para a esquerda, onde Rui Lima tira um bomcruzamento. Fuska não consegue o desvio de cabeça, mas Ivan Santos, sem deixar cair a bola, num difícil gestotécnico, remata sem hipóteses para o guarda-redes d’O Elvas. O intervalo chegava pouco depois.
O segundo tempo começava da mesma forma como terminou o primeiro, com o Boavista mais pressionante e a procurar circular o esférico para descobrir espaços e linhas de passe para zonas mais adiantadas do terreno. No entanto, muitas das iniciativas do Boavista (principalmente pela esquerda, onde Sidnei criava muitosdesequilíbrios) eram anuladas por foras-de-jogo muito mal tirados pelo árbitro-assistente do lado da bancada poente. Um exemplo flagrante foi um lance em que Sidnei, partindo, claramente, de posição regular, surgiu isolado perante o guardião adversário, o que levou à irritação do público presente no estádio.
Aos 55 minutos, Rui Bento trocou o ponta-de-lança, lançado Adriano para o lugar de Fuska. Pouco depois, mais uma grande ocasião para o Boavista: iniciativa de Sidnei pela esquerda, centro para Adriano, o guarda-redes antecipa-se, mas acaba por colocar a bola à mercêde Ivan Santos, cujo remate acaba por ser travado, sobre a linha de golo, pela cabeça de um defensor elvense.
Aos 64 minutos, o mesmo Ivan Santos é rendido por Bruno Monteiro, numasubstituição acompanhada duma alteração táctica. O Boavista passou a jogar em 4-2-3-1, invertendo o triângulo” do sector intermediário (Bruno Monteiro e Pedro Moreira com a tarefa de recuperar a bola e Rui Lima maissolto) – numa tentativa (bem sucedida) de dar mais “músculo” e capacidade de impedir “O Elvas” de gizar lances de ataque - e surgindo Márcio Tarrafa como extremo-direito.
O minuto 87, com o cabeceamento vitorioso de Pedro Moreira para o fundo das redes contrárias (após canto na esquerda de Sidnei), marcava o fim de toda e qualquer aspiração da equipa visitante em discutir a passagem à III eliminatória. O golo da tranqulidade tardou, mas acabou mesmo por aparecer.
Em suma, um jogo muito agradável que a equipa do Boavistaproporcionou aos seus adeptos, com o bom futebol prometido por Rui Bento a surgir no relvado do Bessa. Pena, claro, as muitas oportunidades falhadas, que poderiam ter significado um resultado final muito mais robusto.

O Boavista qualificou-se para a terceira eliminatória da Taça de Portugal e poderá reencontrar na próxima ronda uma equipa da Primeira Liga, depois de ontem ter vencido no Bessa o Elvas, da 3ª Divisão, por 2-0, com golos de Ivan e Pedro Moreira.
Agora na Liga de Honra – na sequência da despromoção ditada pelo processo ‘Apito Final’ – os axadrezados, que até já venceram por cinco vezes a Taça de Portugal (74/75; 75/76; 78/79; 91/92 e 96/97), não sentiram grandes dificuldades para ultrapassar os alentejanos.
No entanto, só quase sobre o apito final confirmaram a supremacia, perante um adversário que procurou resistir ao futebol mais vistoso da equipa capitaneada por Jorge Silva, o único resistente do Boavista que foi campeão nacional em 2001.
Como corolário do melhor futebol, os boavisteiros chegaram à vantagem a um minuto do intervalo, quando Ivan concluiu com um remate de primeira e à meia volta um cruzamento do lado esquerdo.
Um grande golo ovacionado pelos adeptos do Bessa, que voltaram a tranquilizar-se a dois minutos do fim, quando Pedro Moreira concluiu de cabeça um canto de Sidnei. O Boavista segue para a terceira eliminatória.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Bilhetes para o Bessa
Assim, esperando-se que a afluência ao estádio origine a total distribuição de bilhetes, aqui fica a informação relativa aos preços nas bilheteiras do estádio, para o público em geral, que não conseguiu um bilhete grátis: Público:
Por outro lado, o atacante João Tomás já não deverá alinhar no jogo de domingo, pois ao que tudo indica, encontra-se de partida para o Qatar, onde terá tudo acertado para alinhar numa equipa local.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Boavista - O Elvas na Taça de Portugal
O jogo irá realizar-se no dia 14-09-2008, às 16h00m.

No site do Boavista também já se encontra esta informação :
BOAVISTA - O ELVAS
2008-09-03
O sorteio desta tarde da II Eliminatória da Taça de Portugal ditou que o Boavista FC vai defrontar o "O Elvas", no dia 14 de Setembro, no Estádio do Bessa. A equipa alentejana disputa a III Divisão Nacional, e na I Eliminatória derrotou o Benfica Castelo Branco por 0-2.
A título de curiosidade, refira-se que o último confronto oficial entre as duas equipas teve lugar na 28º Jornada da época 87/88, com uma vitória axadrezada por 2-0 no Bessa. O Boavista terminou essa época em 5º lugar (garantindo acesso à Taça UEFA), enquanto o Elvas acabou em 15º, não evitando a despromoção ao segundo escalão.
Conheça aqui os restantes jogos da II Eliminatória da Taça de Portugal.
(In boavistafc.pt)
sábado, 30 de agosto de 2008
"O Elvas CAD" segue em frente na Taça
O jogo foi presenciado pela Tribo, e pela Tribinha - a ala feminina da claque - numa tarde algo soalheira, mas que não convenceu os adeptos locais a comparecem no estádio. A imagem comprova o aspecto geral da única bancada existente, e reflecte uma realidade que não afecta só o Municipal de Elvas, mas também muitos estádios deste Portugal fora.
Em relação ao jogo pouco há a dizer pois em início de temporada, as equipas ainda não apresentam rotina de movimentos, e o que interessa é conseguir ritmo competitivo. Nesse aspecto, o mérito é atribuído ao conjunto alentejano que controlou de início ao fim, dominando o adversário, e criando mais jogadas de perigo. Os únicos fogachos da equipa albicastrense apenas se fizeram sentir nos últimos minutos da primeira parte, e depois de sofrerem o segundo tento.
Os dois golos alentejanos surgiram então na segunda parte, e o autor é o inevitável Mauro "Vampeta". A jogada do primeiro é simples, com Glaedson a marcar um livre na ala direita do ataque alentejano, a bola a pingar na grande àrea e o ponta-de-lança a facturar. No segundo golo, uma jogada de bola corrida por parte do ataque elvense e Mauro a surgir isolado batendo o guardião contrário. Estava feito o resultado final.
Um jogo bastante conseguido pelo O Elvas CAD, com o nível de entrosamento entre sectores a melhorar, e com o tridente ofensivo Toni Vidigal-Glaedson-Mauro a mostrar mais confiança. O apoio por parte de Carapinha e Lourinho também foi significativo, assim como a defesa e meio-campo bastante seguros na transposição para o ataque.
Palavra final para o povo albicastrense que se mostrou bastante acolhedor e simpático para com a Tribo, não mostrando qualquer rancor ou mágoa pela derrota.
Alinhamento da equipa d´O Elvas CAD: Godinho; Gambóias, Carranca, Ruis Santos e Chinita; Largueiras, Carapinha, Lourinho e Glaedson (Sousa, 78m); Mauro e Toni Vidigal (Jaco, 79m).
terça-feira, 26 de agosto de 2008
A opinião de... Pedrofigo
Embora a equipa estivesse desfalcada de alguns elementos, não é muito positivo que perante um Câmara de Lobos que em Abril tinha sido derrotado no Municipal por um lisonjeiro 2-0 (o Elvas enviou 3 bolas aos postes), conseguisse sair de Elvas com um marcador tão avultado.
Nunca se notou da parte da equipa a atitude que existiu durante grande parte da época passada, pelo que o avolumar do marcador foi acontecendo com naturalidade, graças a algumas falhas defensivas que permitiram que o Câmara de Lobos em contra-ataque matasse o jogo, sendo primordial a participação do jogador Sandro que realizou um hat-trick.
Na minha opinião o resultado não reflecte o real valor das duas equipas, nem o Câmara de Lobos tem uma equipa assim tão boa, nem o Elvas uma equipa assim tão má. Importará acima de tudo levantar a cabeça, e não permitir que este resultado desmoralize o grupo, já chegámos à conclusão por experiência própria que o que importa é chegar ao fim da primeira fase nos primeiros 6 lugares, a partir daí é um campeonato novo!
Esperemos para ver se no próximo fim-de-semana o Elvas consegue matar o borrego e passar à 2ª eliminatória da Taça de Portugal, algo que já não consegue há algumas épocas! Pode ser esse o resultado catalisador de uma boa época para a equipa azul e ouro!!
Próximo adversário d´O Elvas CAD vence em casa
"Foi bom o início de campeonato para a equipa de Nuno Fonseca. Não tanto pela exibição, que teve como é lógico alguns altos e baixos, mas sim pelo resultado que, para além de moralizador, era de grande importância." (in Rádio Cova da Beira)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Taça de Portugal




